TNH1
A delegada Adriana Gusmão, da Delegacia dos Crimes contra a Criança e o Adolescente da Capital (DCCCA), confirmou ao TNH1 na manhã desta quarta-feira, 31, que vai colher os depoimentos das pessoas responsáveis pela escola onde trabalha o professor suspeito de assediar duas alunas menores de idade. As testemunhas serão intimadas a depor nos próximos dias.
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As duas estudantes, uma de 11 e outra de 13 anos, estiveram ontem na delegacia, acompanhadas pelos parentes e pelo Conselho Tutelar, e foram interrogadas sobre os assédios do educador via aplicativo de mensagem. Os prints das conversas foram apresentados para a delegada.
"Queremos ouvir as pessoas da escola para saber as atitudes que foram tomadas com a situação. Logo em seguida, vamos ouvir o autor", comunicou Gusmão.
No caso da adolescente, a família informou à reportagem que procurou a unidade de ensino logo após ter conhecimento do diálogo entre os dois e teve uma reunião no local com a presença do professor. Na ocasião, ele alegou que teve o celular clonado e não mandou as mensagens.
A reportagem tentou contato com a escola nesta manhã, porém não obteve êxito. O TNH1 deixa o espaço aberto para a manifestação da unidade.
O caso
O professor de uma escola no bairro de Santos Dumont foi denunciado por duas estudantes após mandar mensagens com teor sexual para elas por aplicativo de mensagem.
O homem fez perguntas sobre sexo para as menores, e com a criança, chegou a propor o envio de uma foto dela nua em troca de uma nota máxima em uma tarefa escolar.
À TV Pajuçara, o educador confirmou o diálogo com a menor de 11 anos, mas alegou que tinha ingerido bebida alcoólica e que só tinha tido esse tipo de conduta uma única vez.
A nova denúncia que veio à tona nessa terça, 30, mostra que o professor teve a conversa com a adolescente de 13 anos no dia 06 de março, dias antes ao diálogo com a criança. Nas duas conversas, ele teve abordagem semelhante.
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